Política

Projeto para obra de abertura no Calçadão é apresentado para vereadores e comerciantes

Projeto para transformar o calçadão em Boulevard é apresentado para vereadores e comerciantes na ACISC

 

O secretário de Transporte e Trânsito de São Carlos, Coca Ferraz e o diretor presidente da Prohab, Júlio César Alves Ferreira, apresentaram na manhã desta sexta-feira (29), no auditório da ACISC (Associação Comercial e Industrial de São Carlos), o projeto para transformar o calçadão da rua General Osório em um boulevard, assim como a praça Maria Apparecida Resitano, conhecida como praça do mercado municipal.

 

Pela segunda vez o projeto foi apresentado pela Secretaria de Transporte e Trânsito, porém desta vez direcionado para o Poder Legislativo, mas também com a participação de comerciantes, do presidente da ACISC, José Fernando Domingues e do presidente do Sindicato do Comércio Varejista de São Carlos, Paulo Roberto Gullo. Dos 21 vereadores somente 7 participaram. São eles: João Baptista Muller, Elton Carvalho, Azuaite Martins de França, Robertinho Mori, Sérgio Rocha, Moisés Lazarine e Edson Ferreira.

 

O projeto prevê a transformação do calçadão em Boulevard, transformação em uma “Shared Street”, ou seja, em via compartilhada, além de liberar o trânsito de veículos (hoje só permitido aos táxis) no trecho da avenida Comendador Alfredo Maffei entre a rua Dona Alexandrina e avenida São Carlos e abrir uma nova via de acesso com sentido de direção Centro/Shopping sobre a Praça do Mercado Municipal com a criação de mais 70 vagas de estacionamento defronte ao Mercadão. 

 

Coca Ferraz ressaltou que a intenção não é abrir simplesmente o calçadão, mas sim transformar o local em Boulevard. “É a oportunidade de revitalização da rua General Osório, de reformar as instalações, substituir os postes por fiação subterrânea e de melhorar a iluminação. A região central de São Carlos precisa de revitalização, modernização, valorização, com melhorias de trânsito, atualmente congestionado”, explicou.

 

O secretário afirmou, ainda, que o Boulevard proporciona o uso racional do espaço, eliminando a ociosidade, maior visibilidade das lojas, melhoria no trânsito, maior segurança, realização de atividades noturnas.

Implementação de dois sentidos de tráfego na rua General Osório na passagem sobre os trilhos, abertura da rua Nove de Julho na antiga Faber, implantação de binário com a rua José Bonifácio, implantação de um bolsão de estacionamento no terreno da antiga Faber e incentivo fiscal a implantação de estacionamentos particulares na área central foram outras ações urbanísticas propostas para a revitalização da área central.

 

“Fiz o ato explicativo do projeto e acho que hoje ficou muito claro a necessidade de reclassificação desses espaços no centro da cidade. A mudança vai dar qualidade ao uso comum e novas possibilidades de utilização dos espaços com as ilhas de ressocialização”, explicou o diretor presidente da Prohab, Júlio César Alves Ferreira.

 

Para José Fernando Domingues a revitalização é necessária e urgente. “O assunto é polêmico, mas acho que as pessoas já estão com outra visão do projeto. Acredito que o Poder Legislativo entendeu que não é uma abertura de rua, entendeu a dimensão do projeto que vai revitalizar toda a macrorregião do centro. A nossa intenção é finalizar essa revitalização e já começar a trabalhar para que o Natal desse ano seja melhor ainda para comerciantes e consumidores, com mais segurança e conforto”, aposta o presidente da ACISC.

 

O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de São Carlos, Paulo Roberto Gullo, garante que a maioria dos empresários é favorável à transformação do calçadão em boulevard. “O comércio de São Carlos espera essa melhoria há muito tempo. Nós do Sincomércio juntamente com a ACISC e a Câmara de Dirigentes Lojistas de São Carlos elaboramos uma carta aberta à população de São Carlos na qual explicamos porque aprovamos o projeto”, finaliza Gullo.

 

Para a realização da primeira etapa está previsto um investimento de aproximadamente R$ 100 mil. Já para a aquisição dos mobiliários, segunda etapa do projeto, estão previstos R$ 150 mil. Para a terceira etapa que é a da fiação subterrânea o investimento deve chegar a R$ 250 mil.

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