Região

‘Territórios em Rede’ é apresentado ao Gabinete de Gestão Integrada Municipal

 

Os integrantes do Gabinete de Gestão Integrada Municipal, formado por profissionais de segurança pública e representantes do poder público e da sociedade, puderam conhecer melhor a atuação do programa “Territórios em Rede”, nesta quinta-feira (6), em reunião na Prefeitura.

O programa tem objetivo de trabalhar todas as secretarias da Prefeitura de forma integrada para reduzir a vulnerabilidade social. São seis territórios prioritários: regiões do Jardim Cruzeiro do Sul, Jardim São Rafael, Cecap (incluindo o Residencial dos Oitis), Jardim das Hortênsias, Parque São Paulo e Valle Verde.

Essas regiões abrangem 75.589 habitantes, o que equivale a 33,92% da população total estimada em Araraquara, e também possuem quase metade (46,65%) das famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (11.017 famílias).

A gestora do “Territórios em Rede”, Celina Garrido, apresentou a situação de cada território em relação a equipamentos públicos (escolas, CERs, unidades de saúde, Cras, entre outros) e quais são os desafios de cada região.

Para o coronel João Alberto Nogueira Júnior, secretário de Cooperação dos Assuntos de Segurança Pública, que comandou a reunião, relata que a segurança pública também tem ligação com a situação social dos moradores.

“É muito importante que os componentes do Gabinete de Gestão Integrada conheçam o programa ‘Territórios em Rede’, porque é um programa que desenvolve ações integradas na área social, trazendo aquela criança para que ela tenha acesso a educação, saúde, cultura, lazer. Isso, sem dúvida, vai interferir em algum momento na questão da prevenção da ocorrência de crimes”, afirma.

“A secretaria já é integrada ao ‘Territórios em Rede’, mas é importante que os outros órgãos que compõem o Gabinete tenham conhecimento desse programa e de que ele tem um viés de diminuição da violência”, conclui.

Câmeras

A reunião também apresentou informações sobre um projeto de ampliação das câmeras de videomonitoramento na cidade. Uma das ideias é permitir que as pessoas compartilhem imagens de câmeras de segurança com a Guarda Municipal e as polícias Militar e Civil, ampliando a fiscalização das ruas.

Além disso, também foi criado o Fundo Municipal de Segurança Pública e Cidadania, que receberá doações de pessoas físicas, jurídicas e repasses de órgãos federais e estaduais e será administrado pelo Gabinete de Gestão Integrada. Com esses recursos, seriam adquiridas novas câmeras e equipamentos.

“Estamos colocando em prática uma lei que traz a possibilidade do cidadão que possui uma câmera particular compartilhar com o poder público. Não só com a Prefeitura, mas também com as polícias Militar e a Civil, e contribuir para a prevenção da ocorrência de delitos em pontos estratégicos”, observa João Alberto.

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