Cidade

Militante de esquerda diz que Damares deveria ser estuprada por 15 homens em presídio

SCA

Em um áudio, o internauta são-carlense José Renato Andrade, que é um dos administradores de um grupo de WhatsApp denominado “De Olho na Administração”, fez um comentário no início desta semana que a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Regina Alves, deveria ser estuprada por 15 presidiários durante 24 horas para sossegar o seu fogo.

O áudio viralizou e o motivo das ofensas teria sido o fato do vereador Moisés Lazarine propor homenagear a ministra, através de um decreto legislativo, com o título de Cidadã Honorária de São Carlos.

Lazarine ao tomar conhecimento do áudio, fez um termo de atendimento junto a Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos nesta terça-feira, 22, onde relatou tais acusações, salientando que tal grupo criado por José Renato, em 2016 possui a finalidade de debater a respeito da administração da cidade, política e diversos assunto. Após o áudio viralizar e ganhar repercussão, foi apagado.

“Porém o que se vê é apologia, discriminação, intolerância religiosa e apologia ao estupro coletivo”, diz o texto do termo de atendimento. “José Renato, unido com outros administradores, criam diversos fatos para desmotivar referido decreto, em áudios e mensagens de texto”, diz. “Renato utiliza termos e palavras de baixo calão como “vaca, ordinária, psicopata, maluca” que ridicularizam a “Ministra da Goiabeira”. Utiliza o termo “evanjégues” quando vai falar dos evangélicos”. A ministra Damares também é pastora evangélica. 

O texto do termo é extenso e cita como forma de chacotas, falas da ministra, chegando a citar estupro coletivo, citando que Damares deveria ser colocada em uma cela com 15 detentos que estariam há mais de dez anos sem ter relação e que fosse estuprada por 24 horas seguidas.

No mesmo grupo onde o áudio foi postado, José Renato também teria ofendido o vereador Moisés Lazarini.

 

Em uma rádio local, a ministra teria dito que irá tomar, através dos seus advogados, as medidas judiciais

NA INTERNET

No Facebook, o ato de José Renato, viralizou através de postagens de internautas que repudiam tais ponderações. Nos comentários, críticas veementes devido a intolerância religiosa e a apologia ao estupro coletivo e o desrespeito às mulheres.

A redação do SCA entrou em contato com José Renato. Relatou que está em viagem e quando retornar entrará em contato.

Denúncia do vereador Moisés Lazarine feita junto a Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos

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